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Algumas pesquisas realizadas pelos nossa equipe em seus processos formativos

TESE

Pensar pela imagem: educação audiovisual pela perspectiva cultural, política e pedagógica

A educação audiovisual, como uma experiência sensível cultural, política e pedagógica, possibilita uma compreensão crítica da realidade, assim como sua produção e representação imagética, sendo necessária para a formação integral de estudantes. Esta é a tese que este trabalho busca defender. No sentido da construção do ser humano omnilateral, essa pesquisa tem como tema a educação audiovisual como uma experiência de apreensão da realidade necessária para formação humana crítica. Como metodologia, foi realizada uma revisão de literatura sobre a formação integral, sob o enfoque particular da formação voltada para a discussão da cultura, a fim de entender a educação audiovisual como componente dessa formação. As opções metodológicas que norteiam esse projeto são a pesquisa documental e a discussão crítica da experiência da disciplina audiovisual ministrada pelo autor na Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz. Entender o processo de representação de imagens a partir do pressuposto de construção de sentido para a formação humana é apreender também sobre as práticas sociais mediadas pelas imagens na sociedade capitalista. Ao final, apesentamos um produto objetivo do estudo, que se constitui no compilado de proposições para o trabalho com audiovisual nas escolas. O conteúdo deste estudo articulado com o produto proposto expressa a defesa do audiovisual na educação, como componente teórico-prático da formação humana integral.

Leia a pesquisa na íntegra.



A construção do conhecimento pela fotografia: uma experiência criativa com alunos de ensino médio

A sociedade capitalista necessita de uma cultura com base imagética como forma de entretenimento e principalmente de estímulo ao consumo de mercadorias. No sistema capitalista, a fotografia altera seu papel social, político e econômico. Há um fascínio pela técnica, velocidade e pelo movimento, pela máquina e pelo sistema fabril, bem como pela cadeia de novas mercadorias que penetravam na vida cotidiana, provocando uma ampla gama de repostas estéticas que vão da negação à especulação sobre possibilidades utópicas, passando pela imitação. Como os jovens pensam sobre as imagens na sociedade do consumo? Eles produzem imagens, mas somente extraem delas a aparência? Estas são as perguntas que norteiam o estudo. O objetivo principal é analisar a imagem fotográfica como produtora de conhecimento e sua potencialidade pedagógica, a partir de dois aspectos: como mediação de um contexto histórico social e cultural da sociedade de consumo, seja no ato da produção ou na própria realidade retratada; e a fotografia em si mesma, como um registro visual estético de uma experiência criadora do fotógrafo. Como campo empírico a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/FIOCRUZ) e a experiência de produção de imagens nos Acampamentos Pedagógicos Mandala. Por se constituir como um artefato cultural produzido pelo homem, sua análise deve resultar tanto de um ponto de vista social dos significados que o fotógrafo tira da realidade, quanto de aspectos da tecnologia fotográfica contemporânea. Ao investigar como as fotografias são construídas, reconstruídas e naturalizadas, tanto na sua percepção, produção e recepção, é preciso entender o processo de vida histórico e das relações humanas que, permeadas pelas ideologias, para o marxismo, são relações que nos surgem invertidas, tal como acontece numa câmera escura. Buscamos olhá-las não somente como mediação de classe, mas também por outras determinações, por outras pertinências sociais relativamente articuladas às relações de classes sociais: nacionalidade, geração, religião cultura, sexo.

Leia a dissertação na íntegra.



Livros

Cultura, Politecnia e Imagem

Ao acender a discussão em torno da cultura em suas diferentes dimensões, a obra traz um aprofundamento teórico sobre o assunto, somando-o às experiências do cotidiano escolar e àquelas ligadas à produção da imagem nas suas variadas formas de expressão. Apresenta reflexões da cultura nos campos do trabalho e da saúde, integrando-os. Os artigos contidos nesta coletânea problematizam a cultura em sua dimensão material e simbólica da vida social, contribuindo para o aprimoramento de professores e alunos no desenvolvimento de valores e instrumentos para a compreensão crítica da realidade. É resultado do amadurecimento do trabalho da área de Tecnologias Educacionais em Saúde da EPSJV. Reúne textos de professores e pesquisadores como Maria Elisa Cevasco, Marcelo Badaró Mattos, Maria Ciavatta, Marise Nogueira Ramos, Marina Freitas Garcia, Ana Lucia Pontes, Cynthia Macedo Dias, Eveline Algebaile, Roberta Lobo, Jean Carlos Costa, Hugo Rodrigues Marins e os organizadores, entre outros.

Leia o livro na íntegra.


A Produção de Vídeo Estudantil na Concepção de Paulo Freire

Pessoal é com grande satisfação que compartilho o lançamento do meu novo livro, “A Produção de Vídeo Estudantil Dialogando com a Concepção de Paulo Freire” último trabalho realizado na UFPel. Este trabalho representa o resultado de uma jornada de aprendizado e colaboração com os amigos Gregório Albuquerque e a querida Daniela Mattos, que compartilham um profundo conhecimento sobre as concepções freirianas. Ao longo do processo, aprendi com eles como as ideias de Freire ecoam na produção de vídeo estudantil, e é gratificante ver como suas ideias ressoam mesmo em contextos aparentemente distintos.
Nosso livro, publicado pela editora da UFPel, conta com o prefácio do professor Balduino Antônio Andreola, que gentilmente nos e apoiou durante todo o processo. Sua aprovação e reconhecimento do olhar freiriano presente em nossa obra são motivo de grande orgulho e satisfação para nós.
A capa, uma verdadeira obra de arte, não foi feita por uma IA mas por uma RM foi gentilmente desenhada pela talentosa Rita Martins, que com sua criatividade e sensibilidade sempre vai fazer a capa dos meus livros (Espero que ela não leia essa parte).
Paulo Freire enfatizava a importância do amor como um elemento intrínseco à justiça social e à transformação social. De certa forma, é isso que a Produção de Vídeo Estudantil busca promover – uma educação que vai além do conhecimento técnico, buscando também a construção de uma sociedade mais justa e solidária.

Leia o livro na íntegra.

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